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Grupo Setorial de
Transportes
Houve
um desdobramento da larga agenda de questões a cargo do GS Transportes,
com a constituição de Grupos de Trabalho: (1) Plano Nacional de Logística de
Transportes; (2) Projetos no DNIT de origem desconhecida sob suspeição; (3)
Preços de estudos de viabilidade incompatíveis com a natureza e extensão dos
serviços; (4) Tabela de Custos de Serviços do DNIT; (5) Correção monetária; (6)
Edital-Padrão do DNIT. Sobre o assunto (2), considera-se chegado o tempo de uma
denúncia da ABCE sobre os “projetos-fantasmas” no DNIT, apresentando o problema
às autoridades e ao TCU. O GS Transportes proporá caminhos a seguir nesta
questão.
Grupo Setorial de Gerenciamento
O GS reuniu-se
no dia 06/08/07. Confirmadas decisões anteriores, focadas no PAC: “por que
não avança?”. (1) levar à Casa Civil a informação sobre a capacidade das
empresas consultoras da ABCE para apoiar o gerenciamento do PAC e de seus
projetos: empresas independentes, não sujeitas a injunções que possam atingir o
êxito dos investimentos; (2) divulgar empreendimentos bem sucedidos por terem
sido gerenciados por consultoras especializadas; (3) estabelecer contatos com o
BID, em Brasília, para conhecer os projetos que o Banco está ou estará
financiando e tratar de conhecer como serão gerenciados: entrevista já
solicitada, aguardando a conclusão da reestruturação do BID, em curso, prevista
para o próximo mês.
Diretoria Nacional
Na reunião de
06/08/07, a DN debateu sobre as questões mais urgentes expostas pelos
Grupos Setoriais de Transportes, Petróleo e Gerenciamento. Acolheu a proposta
de a ABCE encaminhar uma representação ao TCU sobre projetos rodoviários de
origem desconhecida, incompletos e de baixa qualidade, utilizados em licitações
de obras no DNIT.
Sobre o PLC
032/2007, que modifica a Lei 8666/93, o relatório do Senado exclui a
Consultoria da aplicação de pregão mas há omissões importantes e inovações
inadequadas. O PLC está na Comissão de Assuntos Econômicos.
A ABCE e as empresas de Consultoria concentram a sua atenção e
devem levar proposições a parlamentares sobre os seguintes pontos:
· Manter o dispositivo do Relatório do Senador Jarbas
Vasconcellos que veda a utilização da modalidade pregão para a contratação dos
serviços técnicos profissionais especializados relacionados do Art. 13 da lei
8666/93; e acrescentar “... serviços a serem contratados pelos tipos de
licitação indicados no Art. 46”.
· Suprimir o acréscimo ao inciso II do §2º do Art. 46
da mesma Lei, adotado pelo Relator, nivelando os pesos das notas técnica e de
preços, para ponderação da nota final, nas licitações do tipo “técnica e
preço”, contrariamente à prática internacional que atribui invariavelmente peso
significativamente maior à nota técnica.
· Limitar exclusivamente a trabalhos de natureza
acadêmica e de pesquisa C&T na dispensa de licitação para a contratação de
universidades e centros de pesquisas, facultado no Art. 24, inciso XIII da Lei
8666/93.
· Não adotar a inversão das fases da licitação na
contratação de serviços referidos no Art. 13 da lei 8666/93.
Saneamento
O setor de saneamento tende a aquecer-se com o avanço do PAC. Até o momento o Programa
encontra inúmeros obstáculos (falta de projetos e de regulamentação das
concessões, e outros).
Cabem gestões junto ao
Ministério das Cidades para desobstruir caminhos.
As entidades que congregam
Consultoras, Construtoras, Concessionárias, Fornecedores atuarão em conjunto
para esse fim, lideradas pela ABDIB.
A ABCE deverá indicar com urgência seus representantes nas articulações já iniciadas, para participar das
reuniões preparatórias (normalmente na ABDIB, em SP) e das ações, em Brasília e
estados, que forem sendo definidas em conjunto.
Para tanto, consultamos as
empresas sobre a sua disponibilidade para indicar nomes de possíveis
representantes, dentre seus diretores e executivos atuantes no setor de
saneamento para essa atividade. Dentre os indicados, a Diretoria Nacional
elegerá a representação da ABCE.
TCU aprova leilão de rodovias com pedágio menor
Licitação de sete trechos federais
deve sair até novembro.
Henrique
Gomes Batista (O GLOBO) – Transcrição parcial.
“Brasília.
O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou ontem a privatização de sete
trechos de rodovias federais – entre os quais dois no Estado do Rio – que,
juntos, somam 2.579,1 quilômetros e representarão investimentos de R$ 19,5
bilhões. O órgão alterou algumas normas do edital, o que reduzirá o preço
máximo do pedágio em até 44% para algumas estradas. Com as novas regras, a
expectativa é que os usuários deixem de pagar R$ 19 bilhões nos 25 anos de
concessão.
A
previsão é que essas rodovias passem à iniciativa privada ainda este ano, com
leilão dos trechos até novembro. A queda das tarifas de pedágio foi obtida
graças à redução, negociada com o Executivo, da taxa de retorno dos futuros
concessionários com o negócio – que passou de 12,88% para 8,95%.
Os
novos parâmetros econômicos levaram em conta a redução do risco-Brasil, da
cotação do dólar e do spread (diferença entre o custo de captação de recursos e
os juros cobrados) dos clientes do BNDES. As concessionárias também poderão
contar com isenção do PIS e da Cofins, por cinco anos, na compra de
equipamentos para as obras nas estradas.
O
pedágio mais caro poderá ser cobrado na BR-116 entre Curitiba e a divisa com o
Rio Grande do Sul, a R$ 4,05 (22% menos do que o modelo anterior do edital). O
teto mais baixo será na Regis Bittencourt (São Paulo-Curitiba), que não poderá
passar de R$ 2,60 (a maior queda, 44%). Juntas, essas rodovias poderão ter até
36 praças de pedágio.
No
Estado do Rio, o trecho da BR-393, entre a divisa com Minas Gerais e o
entroncamento da Via Dutra terá tarifa máxima de R$ 3,91, 7% menos que o
estimado anteriormente. No trecho da BR-101 entre a divisa com o Espírito Santo
e a Ponte Rio-Niterói, o preço não pode ultrapassar R$ 3,70 (20% menos).
Serão
licitados ainda os seguintes trechos: BR-153 (divisa MG/SP até divisa SP/PR);
BR-381 (Fernão Dias, entre Belo Horizonte e São Paulo); e, juntas, a BR-116 e a
BR-101 (Curitiba até Florianópolis).”
PROMINP
Os participantes do projeto P&G-33 do PROMINP reuniram-se em
25/07/07 na ABCE, sob a coordenação de Lindolpho Souza, participando os
representantes da PETROBRAS, ABCE, ABEMI, ONIP e IBP, para
avaliar os avanços dos subgrupos que cobrem as seguintes atividades:
a.
Consolidação da implementação dos projetos estruturantes, conforme
consta no P&G-30, com todos os seus desdobramentos, com especial atenção
para as ações do GT-ENGENHARIA PETROBRAS/ABCE/ABEMI. (P-I).
b.
Desenvolvimento de um projeto de automação de engenharia de projeto,
objetivando orientar as empresas no conhecimento e uso de tecnologia de
automação para realização dos projetos de engenharia. (P-II).
c.
Desenvolvimento de sistemáticas e meios, no âmbito de uma estratégia de
exportação do setor de engenharia dos projetos, em ação conjunta com o
IND-P&G-21, em sinergia com a Petrobras e Operadoras. (P-III).
d.
Consolidação do projeto de capacitação tecnológica, com a criação de
condições para a evolução do setor na sua cadeia produtiva, como condição
básica de sua sustentabilidade, com a participação ativa e especial do CENPES,
das áreas de Engenharia e de Negócios. (P-IV).
e.
Atualização da demanda do setor de óleo e gás, bem como a oferta de
engenharia para atendê-la, com destaques para as questões de natureza técnica e
gerencial, nos diversos segmentos (E&P, ABAST, GETD e TM), no âmbito da
Petrobras e Operadoras, referentes aos investimentos, bem como a operação e
manutenção. (P-V – que incorporou o P-VIII).
f.
Planejamento e realização do workshop para a avaliação dos resultados
decorrentes dos projetos que envolveram a engenharia de projetos, a exemplo do
E&P-10 ao P&G-33, e outros no âmbito do PROMINP, e estabelecimento da
estratégia para o setor em decorrência das conclusões do mesmo. (P-VII).